domingo, 26 de fevereiro de 2012
O conto do palhaço no ponto.
Era uma vez dois corações perdidos, pra amenizar e não dizer partidos. Eles se acharam no ponto de ônibus. Ele com um all star meio sujo, ela com um discreto sorriso pro dito cujo. Ele era seu vizinho. Ah, esqueci de contar do anel no dedinho. Ele entrou no ônibus e sumiu. Ela não se importou, ou pelo menos fingiu. Esse é o fim do primeiro ato. Não terá intervalo porque agora é que começa de fato. Eles se encontraram de novo, do outro lado da cidade. Não perguntaram o nome e muito menos a idade. E se viram mais uma vez, de noite e no mesmo dia. Ele era ator e ela uma atriz, que ironia. Decidiram então interpretar um pequeno romance. Que duraria três dias, antes que um deles se canse. E viveram um minúsculo amor inventado. Até que ela foi embora sem ter muito bem avisado. Ele seguiu em cena sozinho. Ela também seguiu seu caminho. Mas a mocinha da história não entendeu o final desse conto, só sabe que se encantou pelo menino palhaço do ponto.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Estranha mania
É muito engraçado não saber o que fazer da vida e mesmo assim acreditar com toda a sua alma que o destino te reserva uma coisa muito boa. Eu acredito. E tenho medo. Tenho medo de tanta coisa e acredito no contrário de todas elas. Tenho a "estranha mania de ter fé na vida". É Maria, descobri que sofro desse mesmo mal, que me faz tão bem.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
De novo e sempre, amor.
É. Eu não canso de falar de amor. Brega ou não, fundamental é mesmo o amor!
Vi esse vídeo e me encantei. Porque mais bonito que amor de filme, é amor real.
http://vimeo.com/27841262
Bom sábado :)
Com todo amor, Fe.
Vi esse vídeo e me encantei. Porque mais bonito que amor de filme, é amor real.
http://vimeo.com/27841262
Bom sábado :)
Com todo amor, Fe.
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