E pediram pra ela escolher entre um amor tranquilo, ou um amor ardente. O último é vermelho. De um tom bonito e perigoso. Quase um vinho, que o corpo clama pra engolir. A tranquilidade é clara e já não sabe seduzir. Mas conforta. Segura. Ela não consegue escolher.
Ela escolhe o amor tranquilo. Porque pensou que no branco, podia pintar qualquer cor. Mas ela tentou colorir de vermelho, e ele não tinge. Não pega. Escorrega. No máximo um rosa clarinho. Ela quer um e outro e não se contenta com nenhum dos dois. Ela fica brava e escolhe o vermelho. Que arde. Ela sempre gostou do abismo. Do pode ser que não sei se é. Ele fascina e machuca. Ela não deveria querer! Mas quer.
Ela escolhe o amor tranquilo. Porque pensou que no branco, podia pintar qualquer cor. Mas ela tentou colorir de vermelho, e ele não tinge. Não pega. Escorrega. No máximo um rosa clarinho. Ela quer um e outro e não se contenta com nenhum dos dois. Ela fica brava e escolhe o vermelho. Que arde. Ela sempre gostou do abismo. Do pode ser que não sei se é. Ele fascina e machuca. Ela não deveria querer! Mas quer.
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